Falência fraudulenta com a Itália - International Lawyers Associates
 

Falência fraudulenta

Cobrimos todas as necessidades do detido, sua família e entes queridos.

Falência fraudulenta Este crime é um dos crimes de falência mais graves.
Ele se materializa quando um empresário:

  • desvia, disfarça, mascara, elimina ou dispersa todo ou parte do seu patrimônio, causando danos aos credores (neste caso estamos falando de falência fraudulenta por distração, da qual falaremos melhor a seguir);
  • roubar, destruir ou falsificar, no todo ou em parte, seus bens, de forma a gerar benefício ilegítimo para si ou para terceiros;
  • para prejudicar os credores, apresenta passivo inexistente (no caso, falamos de falência patrimonial fraudulenta);
  • Para prejudicar os credores, oculta livros ou outros registos contabilísticos ou guarda-os de forma a não permitir a reconstrução do património ou a movimentação do negócio (neste caso estamos a falar de falência documental fraudulenta, que nós falarei sobre melhor abaixo);
  • para favorecer alguns credores em detrimento de outros, efetua pagamentos ou simula direitos de preferência (neste caso, estamos a falar de falência fraudulenta preferencial, que discutiremos melhor a seguir).

Se você, um familiar ou conhecido, estiver detido por um crime, podemos ajudá-lo.

Termos de falência fraudulentos

Para que os termos desse crime sejam integrados, é necessária a contribuição de alguns fatores subjetivos e objetivos. Em primeiro lugar, o sujeito deve ser um empresário comercial ou uma empresa ou um dos sujeitos que a represente no caso de uma infração fiscal que seja uma infração falimentar.

A falência é um crime que, portanto, pressupõe qualidades específicas do sujeito. Isso não significa que uma parte externa não possa participar do crime.

Como veremos melhor no decorrer de nossa discussão, a participação do extrâneo no crime de falência fraudulenta também é considerada crime por lei (art. 216-217 e 223 da lei de falências).

O crime de falência é um dos principais crimes de falência, punível apenas se o empregador declarar falência. Do ponto de vista objetivo, portanto, é a declaração de falência que representa um importante elemento constituinte desse crime.

Falências fraudulentas: disciplina e taxas

A disciplina que regulamenta esse crime é muito complexa e articulada e inclui:

  • a Lei de Falências (Real Decreto nº 267 de 16.03.1942), modificada pelo Decreto Legislativo nº 59, de 05.05.2016, convertido e modificado pela Lei nº. 119 de 30.06.2016 em vigor desde 03.07.2016;
  • Artigos 216 e 217 da lei de falências que regulam respectivamente o crime de falência fraudulenta e falência simples;
  • Arte. 223 da Lei de Falências (a ser interpretado em conjunto com os artigos 216 e 217 que regulam a participação em crimes falimentares).

Além da simples falência, existem outros tipos de crimes quo:

Falência fraudulenta por distração

O crime em questão ocorre quando o empregador (ou administrador da empresa) rouba, oculta, distrai ou destrói bens e recursos financeiros do seu património próprio ou coletivo para enriquecimento, privando os credores de qualquer forma de garantia patrimonial de que possam satisfazer ( Cassação Criminal, Seção V, n.18981 de 6.05.2016).

Falência preferencial fraudulenta

Neste caso, o sujeito - seja ele físico ou jurídico - declarado falido paga apenas alguns dos credores em detrimento dos demais. Conclui-se que o princípio do pars condio creditorum é violado (Cassação Criminal, Seção V, nº 35365 de 23/08/2016).

Falência documental fraudulenta

Quando uma pessoa decide exercer uma atividade comercial, ela é obrigada a compilar, manter e manter alguns livros de contabilidade. Esta última, portanto, é responsável pelo crime de falência documental fraudulenta quando for destruir ou roubar os livros contábeis para obter benefício indevido, prejudicando seus credores (Cassação Criminal, Seção V, n.24059 de 9.06.2016 )

Concorrência no crime de falência

Para entender especificamente em que consiste a participação no crime de falência fraudulenta , basta informar com fidelidade o que foi declarado pela recente Cassação Criminal nº. 8349 de 01/03/2016: «A participação no crime de falência fraudulenta de pessoa alheia ao concurso é configurável se a conduta realizada em conjunto com o concorrente foi eficiente para a produção do evento e o terceiro concorrente operou com a consciência e a vontade de ajudar o empresário em dificuldades a frustrar as obrigações estabelecidas por lei para proteger os credores da empresa (Cassação, Seção V, nº 27367 de 26/04/2011).

Em conclusão, é bom identificar os termos precisos em que o crime pode ser considerado integrado. Este último, por exemplo, deve ser considerado distinto do recurso abusivo ao crédito, que é outra hipótese criminal que a lei da falência prevê e que, pelo contrário, pode dizer-se que o comete quando o empresário persiste no recurso ao crédito, escondendo-se sua falência.

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